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Radar Social
APRESENTAÇÃO
O Município de Lamego assume o compromisso de contribuir para uma sociedade mais inclusiva no eixo da área social, promovendo para o efeito valores como a igualdade, a dignidade, a justiça e a solidariedade, através da implementação do Projeto Piloto Radar Social no concelho e no âmbito de uma candidatura à medida RE-CO3-i01/2023 - Nova Geração de Equipamentos e Respostas Socias, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e com um período de vigência de 27 meses.
O Projeto Radar Social é uma operacionalização do Município de Lamego, sustentado na implementação de um trabalho de parceria e cooperação com um sistema integrado de georreferenciação social que identifica pessoas, famílias e grupos em situação de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social, promovendo o seu encaminhamento para os recursos, respostas e soluções locais e regionais, visando trazer maior eficácia à ação das entidades, bem como colaborar na noção de desenvolvimento social e integrado numa perspetiva do desenvolvimento local e assim melhor responder aos desafios da longevidade.
DURAÇÃO
1ª FASE (Até 3 meses)
Atualização de suporte documental dos instrumentos de planeamento da Rede Social (Diagnóstico Social, Plano de Desenvolvimento Social e Plano de Ação), através do mapeamento e identificação de respostas, serviços e recursos, bem como quais as atividades a desenvolver no âmbito do Programa Radar Social, devidamente discriminadas, com metas e respetivos indicadores, de forma a garantir maior eficácia e melhor coordenação na intervenção social local.
2ª FASE: (Até 24 meses)
Implementação de um sistema integrado de georreferenciação social de âmbito municipal que identifique, pessoas, famílias e grupos, em situação de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social, através da execução do plano de ação e operacionalizado em articulação com a rede de parcerias locais, promovendo a participação e sustentabilidade das comunidades.
OBJETIVOS
-Sinalizar e encaminhar as situações de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social, com recurso a um sistema integrado de georreferenciação e vigilância social;
-Planear de forma sustentada a intervenção e as respostas mais adequadas e exequíveis às debilidades de cada situação tendo em conta os recursos disponíveis a acionar em função dos perfis de cada pessoa e do seu contexto de vida;
-Potenciar uma maior capacidade de intervenção e articulação das entidades no território e otimização da rede de equipamentos e respostas;
-Reforçar a necessidade de se criarem condições de proximidade para a resolução de problemas sociais e intervenção comprometida.
PROCEDIMENTOS
O processo de identificação de pessoas, famílias e grupos em situação de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social, obedece a um esquema de 5 etapas de articulação de comunicação, para identificar as necessidades das pessoas e ajustar os recursos disponíveis, no sentido de colmatar os problemas existentes em cada situação:
1ª ETAPA - SINALIZAÇÃO
Sempre que tenha conhecimento de indivíduos ou grupos com dificuldades significativas no acesso a recursos essenciais, como educação, saúde, habitação, segurança e emprego, e que estejam, por isso, em risco de exclusão social, deve existir uma sinalização da pessoa em vulnerabilidade social, através do preenchimento de formulário próprio, com indicação dos motivos visíveis de preocupação e respetiva identificação.
2ª ETAPA - IDENTIFICAÇÃO
Esta fase contempla o reconhecimento da pessoa sinalizada, bem como o preenchimento de impresso próprio, com o consentimento da mesma para uma posterior intervenção social.
3ª ETAPA - AVALIAÇÃO
Após receber a sinalização e identificada a pessoa e/ou grupo, serão efetuados contactos e procedimentos para aferir com exatidão as condições das pessoas sinalizadas, bem como e, se necessário, visitas ao domicílio no sentido de efetivar a real avaliação diagnóstica.
4ª ETAPA - ENCAMINHAMENTO
Quando efetivada a avaliação e reais necessidades é feito o devido encaminhamento para os parceiros, com os recursos e serviços disponíveis na resolução dos problemas.
5ª ETAPA - MONITORIZAÇÃO
Por fim e após encaminhamento para os parceiros, urge a necessidade de acompanhar e monitorizar todo o processo de intervenção social, ode deve ser realizado um relatório de reapreciação para continuidade ou arquivamento do processo.
EQUIPA TÉCNICA
Hélder Almeida (Coordenador) - Técnico Superior de Serviço Social;
António Lima - Técnico Superior de Serviço Social;
Maria do Céu Almeida - Técnica Superior de Serviço Social.
MORADA/CONTACTOS
Câmara Municipal de Lamego
Avenida Padre Alfredo Pinto Teixeira, 5100-150 Lamego
Tlf: 254 609 682 | Horário: 9h às 12h30m | 14h às 17h30m
Email: radar.social@cm-lamego.pt![]()